(11) 2647-0807
 
     
 Busca Rápida:
 Busca por Referência:
 
Venda Locação Solicite um Imóvel Ofereça seu Imóvel Simule seu Financiamento Sites Úteis Agências Contato
 
Notícias

BENEFÍCIO/INSS - RECEBIDO DE BOA FÉ - DESNECESSÁRIO DEVOLUÇÃO

Data/Hora: 13/12/2013 - 11:25:14 Aumentar o texto Diminuir o texto CJF - Não cabe devolução de parcelas de caráter alimentar recebidas de boa-fé Na sessão desta quinta-feira, dia 12 de dezembro, a Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU), reunida em Brasília, reafirmou seu entendimento de que não cabe a devolução de parcelas de caráter alimentar recebidas de boa-fé. A decisão foi dada no pedido de uniformização apresentado pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) com a intenção de modificar acórdão da 1ª Turma Recursal de Santa Catarina. Ao manter a sentença de 1º grau, a recursal confirmou a proibição de a autarquia efetuar qualquer desconto no benefício do autor em razão da revisão da Renda Mensal Inicial (RMI). Segundo o relator do processo na TNU, juiz federal Paulo André Espirito Santo, ficou claro no processo que a revisão do beneficio recebido pelo segurado foi correta, mas, o magistrado considerou descabida a devolução dos valores recebidos a maior em momento anterior à revisão administrativa. “Restando caracterizada: 1) a boa-fé do segurado; e 2) o caráter alimentar da benefício, há de se rechaçar a possibilidade de o INSS reaver os valores dos benefícios previdenciários indevidamente concedidos. Presentes os dois requisitos cumulativos no caso concreto, não se cogita de devolução”, explicou Espírito Santo. O relator destacou ainda que a Primeira Turma Especializada do Tribunal Regional da 2ª Região já julgou no mesmo sentido. “O artigo 115, II, da Lei 8.213/91, prevê a possibilidade de desconto de pagamento de benefício recebido além do devido e deve ser interpretado de forma restritiva, em virtude da natureza alimentar do benefício previdenciário, não cabendo desconto no benefício a título de restituição de valores pagos aos segurados por erro administrativo”, transcreveu o juiz em seu voto. Com esse entendimento, a decisão da TNU manteve integralmente o acórdão recorrido, negando o pedido de uniformização ao INSS. Processo 5001609-59.2012.4.04.7211 Fonte: Conselho da Justiça Federal

  
 

Imobiliária - Rua Francisco Coimbra, 316 – CEP. 03639-000 | Fone/Fax 2646.6040 / 2647.0807 | E-mail:contato@grupodbs.com.br
Advocacia - Rua Maria Paula, 122 - 5º andar, cjto. 505 – Fone/Fax 3107.8222 / 3105.2601 | E-mail: dbsantos14@uol.com.br

By SP Imóvel